quarta-feira, 25 de junho de 2014

The Fault in Our Stars

A história conta-nos como Hazel e Augustus Waters se apaixonam quando se conhecem num grupo de apoio e a maneira extraordinária como ambos encaram o pouco tempo que têm para aproveitar a vida. As vidas de Hazel e Augustus vão sofrer uma inesperada e incrível reviravolta como nunca tinham sonhado, quando juntos vivem uma pequena eternidade recheada de amor, coragem e esperança, capaz de tocar qualquer um. Inspirado no romance best-seller do premiado John Green, o filme explora uma contagiante e divertida aventura de dois adolescentes em fase terminal.


À primeira vista, este parece ser o tipo filme de adolescentes lamechas. Mas essa ideia vai desaparecendo à medida que a  história genialmente criada por John Green nos envolve. Esta história tem sem dúvida uma moral muito interessante, devemos viver a vida sem nos preocupar em ser relembrados mas sim em marcar a vida de alguém, e se o fizermos essa pessoa vai lembrar-nos, pode ser a única mas vale por muitas.
Será impossível não dizer que o filme não chega nem perto da grandiosidade do livro, na minha opinião, é muito mais fácil compreender o titulo, A Culpa é das Estrelas, no livro pois é nos dada uma possível razão, enquanto no livro essa razão não é ditada.
Uma história de amor, que marcará muitos e deixará muito poucos indiferentes. 

domingo, 22 de junho de 2014

Os Instrumentos Mortais: A Cidade dos Ossos

Na Nova Iorque contemporânea, Clary Fray, uma adolescente aparentemente normal, descobre que é descendente de uma linhagem de caça demónios, os Caçadores de Sombras, um grupo secreto de jovens guerreiros semi-anjos, envolvidos numa antiga batalha para proteger o nosso mundo dos demónios. Após o desaparecimento da sua mãe, Clary é forçada a unir-se a um grupo de Caçadores de Sombras, que lhe apresentam uma Nova Iorque perigosa e alternativa chamada Mundo-à-Parte, repleta de demónios, feiticeiros, vampiros, lobisomens e outras criaturas mortíferas.


Este é, sem dúvida, o filme de vampiros e lobisomens que faltava ao cinema. Nada de romances proibidos como Twilight ou meramente simples. Os vampiros voltam a ser um fraco elemento num mundo onde reinam anjos e demónios.
O início deixa um pouco a desejar, muito até da parte de quem leu o livro (que espero ler assim que a vida me proporcionar tempo livre) e do qual já ouvi muito boas críticas.
Sinceramente este filme tem, a meu ver e de muita gente, bastantes falhas e até exageros. Elementos que fazem o enredo tornar-se um pouco absurdo.
Sem falar do filme, vejamos agora na parte da história, que faz parte do pouco que já li do livro, começa a tornar-se um pouco... plagiada. Por exemplo, chamar "Mundanos" às 'pessoas comuns', eu pelo menos já ouvi coisa parecida, afinal as pessoas 'comuns' não eram os "Muggles"? Sim.
Não é pior o filme que já vi, mas também há melhores. Muito melhores.

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Noé

Russell Crowe interpreta o papel de Noé, num filme inspirado por uma épica história de coragem, sacrifício e esperança. Realizado pelo visionário Darren Aronofsky.



Quem olha para a apresentação deste filme, com um excelente elenco e, à partida, um realizador impecável nunca imaginaria a qualidade do resultado final, que ficou muito abaixo das expectativas. 
Não digo que o filme tenha sido mal pensado, porque não foi, mas principalmente dirigindo-me à parte de efeitos especiais este filme está completamente péssimo.
Contundo a história agarra-nos de alguma forma, faz-nos manter atentos e concentrados, e por vezes não parece mas isso conta bastante para o nível de qualidade do filme. A história da Arca de Noé é conhecida de todos os crentes cristãos e daqueles criados nessa sociedade. As águas do Diluvio são sem sombra de dúvida o melhor que o filme conseguiu em efeitos, tendo em conta de o resto estava uma desilusão. Quanto ao enredo adaptado por Darren Aronofsky começou melhor do que terminou, a introdução no inicio do filme  não passava de satisfatória mas depois melhorou bastante, mas quando as águas inundaram o mundo o filme tornou-se mais calmo e monótono, e foi assim que acabou. No fim, não posso dizer que foi um desperdício ir ao cinema...

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Divergente

Numa Chicago futurista, onde as pessoas estão divididas em cinco facções com base nas suas personalidades, uma adolescente descobre o que é divergente - uma pessoa que não se encaixa em qualquer uma das facções -  e logo descobre segredos numa sociedade aparentemente perfeita. 


Nem sei o que devo dizer... A qualidade deste filme desceu a cada minuto que passava. Eu li o livro, e por isso admito desde logo que não seria fácil gostar do filme, mas o estranho é que tenho o testemunho de uma pessoa que não leu o livro e achou exactamente o mesmo que eu: o filme começa bastante bem, vê-se que há uma história, que é contada calmamente e com nexo (mesmo que faltem alguns pormenores e personagens existentes do livro), e de repente o filme começa a acelerar e fica completamente estragado. Digamos que dou um 18 em 20 para a primeira parte e no fim passo para um 14... Logo, dá para ver a diferença.
Esquecendo a parte da história e do enredo, o filme está excelente, a direcção de imagem e a realização estão bastante boas, já vi bandas sonoras muito piores em filmes que deveriam ser melhores... Nesse aspecto nada de mal.
Quanto ao ambiente e tipo de pessoas a ver este filme, que é um assunto que às vezes gosto de falar, é o seguinte, foi uma estreia e reparei que muitas das pessoas que estavam a ver já tinham lido o livro. Na sala a maioria eram jovens adolescentes, haviam alguns mais adultos, como uma mãe (que reparei ter lido o livro) a acompanhar a sua filha... Tenho de admitir que a minha mãe me perguntou se valia a pena ver (e ela leu o livro) e eu disse que não, portanto... Admito que este não é um filme que eu recomende, estava à espera de mais.

sábado, 15 de março de 2014

Anjos e Demónios

Autor: Dan Brown
Editora: Bertrand Editora
Coleção: Grandes Romance
Páginas: 588

Classificação: 7/10

Sinopse:
Quando um famoso cientista do CERN é encontrado brutalmente assassinado, o professor de simbologia Robert Langdon é chamado para identificar o estranho símbolo gravado no peito do cientista. A sua conclusão é avassaladora: a marca é de uma antiga Irmandade chamada Iluminatti, supostamente extinta há séculos e inimiga da Igreja Católica. Em Roma, o Colégio dos Cardeais está reunido para eleger um novo Papa quando se apercebe do rapto de quatro cardeais, ao mesmo tempo que a Guarda Suíça é informada de que uma perigosa arma está na Cidade do Vaticano com o propósito de a destruir. Robert Langdon - quem não o conhece? - ajudado desta vez por Victoria Vetra, cientista do CERN, procura desesperadamente a antimatéria no meio das intricadas pistas deixadas pelos Iluminati, lutando contra o tempo para salvar o Vaticano.


Crítica:

O tão falado Dan Brown, encontra-se agora na lista daqueles autores que toda a gente lê e que eu finalmente leio e não acho nada de especial. 
Anjos e Demónios é o primeiro livro escrito por Brown da série de Robert Langdon. Contudo, como ainda não li outros livros do autor não me é possível averiguar a repetição da linha de ação como fiz com José Rodrigues dos Santos, no entanto os autores são bastante semelhantes, já falei disso numa edição da rubrica Será?.
Dan Brown leva-nos para um mundo bastante real, onde a ciência mais avançada está escondida dos olhos e dos sonhos de meros cidadãos como nós, o que se reflectirmos um pouco pode estar mesmo a acontecer. Quantas descobertas cientificas já não foram feitas e nada foi revelado ao Mundo? A meu ver, bastantes. 
De volta ao livro, nem falo do quão péssimo é ler um livro traduzido, e já nem culpo os tradutores, culpo as línguas. Como é que é possível traduzir um livro de inglês - que é uma língua simples, em que uma palavra tem trinta significados -, para português - uma das línguas mais complexas que existem. É claro que quando uma frase tem duplo significado esqueçam, é praticamente impossível traduzir de maneira a manter a ideia do autor. 
Este não é o tipo de livro que nos marque, mas também não deixará muitos na ignorância. Um livro para reflectir um pouco, pensar no mundo em que vivemos, na sociedade...
Este livro está bastante centrado na antiga irmandade dos Illuminati, são podes questões à religião e à ciência, e à enorme batalha, que se tem vindo a prolongar ao longo da história. Este é, na minha opinião, o assunto mais interessante do livro. Só por isso, já valeu bastante a pena ler. 
Quanto ao filme, aquele que já quase toda a gente viu, ta muito bom sim, mas em relação ao livro não tem nem metade. 

Boas leituras!