segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Verão 2014

Finalmente chegaram as férias, ou melhor, para mim já chegaram à algum tempo, mas trabalhei muito durante o ano por isso tive um mês a descansar... Descansar como quem diz, porque tive montes de coisas para fazer na mesma, e agora que começou Agosto começou o descanso total e consequentemente as leituras.
Estas férias começaram pelo fim, o último livro da trilogia Divergente, Convergente, foi a primeira das minhas leituras, terminei ontem e a crítica ao mesmo estará aqui em breve. E depois tenho já uma pequena lista...

   
Continuam depois as leituras com o terceiro volume das Crónicas de Gelo e Fogo, A Fúria dos Reis. O livro que corresponde à primeira parte da segunda temporada da séria da HBO, que eu confesso já ter visto, contudo nada na série se iguala à escrita terrorífica de Martin.
Nos cinemas já no próximo mês de Setembro está a adaptação ao grande ecrã do livro Maze Runner: Correr ou Morrer. Um livro que diz ser 'Imperdível para os fãs de Os Jogos da Fome', veremos se será verdade.
Em último mas não menos importante, A Maldição do Titã, estou finalmente de volta a Percy Jackson, saga que comecei a ler no ano passado e que gostei bastante, infelizmente fiquei altamente desmotivada por duas razões: as capas dos primeiros livros têm um design completamente diferente dos que se seguem; e só este ano é que foi publicado o ultimo livro da série, o que eu até me admirei, pois já ninguém esperava que a editora se desse ao trabalho.

Este é o meu plano para este verão, é claro que não vão ser só estas as minhas leituras, mas estas são as obrigatórias.
Aproveitem as férias para ler! Boas leituras!

quarta-feira, 25 de junho de 2014

The Fault in Our Stars

A história conta-nos como Hazel e Augustus Waters se apaixonam quando se conhecem num grupo de apoio e a maneira extraordinária como ambos encaram o pouco tempo que têm para aproveitar a vida. As vidas de Hazel e Augustus vão sofrer uma inesperada e incrível reviravolta como nunca tinham sonhado, quando juntos vivem uma pequena eternidade recheada de amor, coragem e esperança, capaz de tocar qualquer um. Inspirado no romance best-seller do premiado John Green, o filme explora uma contagiante e divertida aventura de dois adolescentes em fase terminal.


À primeira vista, este parece ser o tipo filme de adolescentes lamechas. Mas essa ideia vai desaparecendo à medida que a  história genialmente criada por John Green nos envolve. Esta história tem sem dúvida uma moral muito interessante, devemos viver a vida sem nos preocupar em ser relembrados mas sim em marcar a vida de alguém, e se o fizermos essa pessoa vai lembrar-nos, pode ser a única mas vale por muitas.
Será impossível não dizer que o filme não chega nem perto da grandiosidade do livro, na minha opinião, é muito mais fácil compreender o titulo, A Culpa é das Estrelas, no livro pois é nos dada uma possível razão, enquanto no livro essa razão não é ditada.
Uma história de amor, que marcará muitos e deixará muito poucos indiferentes. 

domingo, 22 de junho de 2014

Os Instrumentos Mortais: A Cidade dos Ossos

Na Nova Iorque contemporânea, Clary Fray, uma adolescente aparentemente normal, descobre que é descendente de uma linhagem de caça demónios, os Caçadores de Sombras, um grupo secreto de jovens guerreiros semi-anjos, envolvidos numa antiga batalha para proteger o nosso mundo dos demónios. Após o desaparecimento da sua mãe, Clary é forçada a unir-se a um grupo de Caçadores de Sombras, que lhe apresentam uma Nova Iorque perigosa e alternativa chamada Mundo-à-Parte, repleta de demónios, feiticeiros, vampiros, lobisomens e outras criaturas mortíferas.


Este é, sem dúvida, o filme de vampiros e lobisomens que faltava ao cinema. Nada de romances proibidos como Twilight ou meramente simples. Os vampiros voltam a ser um fraco elemento num mundo onde reinam anjos e demónios.
O início deixa um pouco a desejar, muito até da parte de quem leu o livro (que espero ler assim que a vida me proporcionar tempo livre) e do qual já ouvi muito boas críticas.
Sinceramente este filme tem, a meu ver e de muita gente, bastantes falhas e até exageros. Elementos que fazem o enredo tornar-se um pouco absurdo.
Sem falar do filme, vejamos agora na parte da história, que faz parte do pouco que já li do livro, começa a tornar-se um pouco... plagiada. Por exemplo, chamar "Mundanos" às 'pessoas comuns', eu pelo menos já ouvi coisa parecida, afinal as pessoas 'comuns' não eram os "Muggles"? Sim.
Não é pior o filme que já vi, mas também há melhores. Muito melhores.

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Noé

Russell Crowe interpreta o papel de Noé, num filme inspirado por uma épica história de coragem, sacrifício e esperança. Realizado pelo visionário Darren Aronofsky.



Quem olha para a apresentação deste filme, com um excelente elenco e, à partida, um realizador impecável nunca imaginaria a qualidade do resultado final, que ficou muito abaixo das expectativas. 
Não digo que o filme tenha sido mal pensado, porque não foi, mas principalmente dirigindo-me à parte de efeitos especiais este filme está completamente péssimo.
Contundo a história agarra-nos de alguma forma, faz-nos manter atentos e concentrados, e por vezes não parece mas isso conta bastante para o nível de qualidade do filme. A história da Arca de Noé é conhecida de todos os crentes cristãos e daqueles criados nessa sociedade. As águas do Diluvio são sem sombra de dúvida o melhor que o filme conseguiu em efeitos, tendo em conta de o resto estava uma desilusão. Quanto ao enredo adaptado por Darren Aronofsky começou melhor do que terminou, a introdução no inicio do filme  não passava de satisfatória mas depois melhorou bastante, mas quando as águas inundaram o mundo o filme tornou-se mais calmo e monótono, e foi assim que acabou. No fim, não posso dizer que foi um desperdício ir ao cinema...

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Divergente

Numa Chicago futurista, onde as pessoas estão divididas em cinco facções com base nas suas personalidades, uma adolescente descobre o que é divergente - uma pessoa que não se encaixa em qualquer uma das facções -  e logo descobre segredos numa sociedade aparentemente perfeita. 


Nem sei o que devo dizer... A qualidade deste filme desceu a cada minuto que passava. Eu li o livro, e por isso admito desde logo que não seria fácil gostar do filme, mas o estranho é que tenho o testemunho de uma pessoa que não leu o livro e achou exactamente o mesmo que eu: o filme começa bastante bem, vê-se que há uma história, que é contada calmamente e com nexo (mesmo que faltem alguns pormenores e personagens existentes do livro), e de repente o filme começa a acelerar e fica completamente estragado. Digamos que dou um 18 em 20 para a primeira parte e no fim passo para um 14... Logo, dá para ver a diferença.
Esquecendo a parte da história e do enredo, o filme está excelente, a direcção de imagem e a realização estão bastante boas, já vi bandas sonoras muito piores em filmes que deveriam ser melhores... Nesse aspecto nada de mal.
Quanto ao ambiente e tipo de pessoas a ver este filme, que é um assunto que às vezes gosto de falar, é o seguinte, foi uma estreia e reparei que muitas das pessoas que estavam a ver já tinham lido o livro. Na sala a maioria eram jovens adolescentes, haviam alguns mais adultos, como uma mãe (que reparei ter lido o livro) a acompanhar a sua filha... Tenho de admitir que a minha mãe me perguntou se valia a pena ver (e ela leu o livro) e eu disse que não, portanto... Admito que este não é um filme que eu recomende, estava à espera de mais.